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11
21,08 km

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tæt på Miguel Burnier, Minas Gerais (Brazil)

- Miguel Burnier -
Pousamos em um casarão, com pé direito de 4,20m. Estava vazio,porém a filha do Tuia tinha feito uma limpeza e estava tudo bem limpinho. Éramos os únicos ocupantes. Sem wifi e TV.
Acordamos 6:30 e aguardamos a chegada do Tuia. Ele chegou com uma garrafa de café e açúcar para comermos o abacate que nos deu. Infelizmente não tivemos tempo de comer o abacate (arrependimento...). Tuia( Tula para o Joaquim😂😂 ) foi um cara muito legal com a gente. Nos arrumou um pouso ótimo pelas circunstâncias, uma vez que não tem pousada em Miguel Burnier. Nos despedimos dele e seguimos nosso caminho em direção a Congonhas, com passagem em Lobo Leite.

- Na estrada -
13 km de caminhada até Lobo Leite e muitos caminhões das mineradoras passando por nós. A vantagem era que nesse trecho as mineradoras tinham que molhar a estrada de terra e não pegamos pó. Alguns caminhoneiros paravam e até ofereciam carona ou água. Outros passavam muito próximo, mesmo tendo bastante faixa na estrada.😡😡. Antes de chegar a Lobo Leite pegamos um trecho de asfalto e tinha muita fuligem de minerio. Quando passava um caminhão era muita poeira com fuligem e tivemos que andar um bom pedaço com máscara de pó.
A mochila incomodava bastante nos ombros. Ainda não tinha encontrado o melhor ajuste. Essa era a unica reclamação do Joaquim: "minhas pernas estão boas, mas essa droga de mochila está machucando meus ombros". O povoado tem como atrativo a Igreja Matriz, datada de 1756.
Ao sairmos de Lobo Leite pegamos 2 km de uma subida bem íngreme(tira-gosto segundo Joaquim). A partir desse ponto, 5 km de uma bela descida para refrescar até chegar em Congonhas.

- Congonhas -
O nome Congonhas, vem do tupi Congói, e quer dizer o que sustenta, o que alimenta.
É uma designação para um arbusto abundante na região que serve para o preparo de
chá. Chegamos na cidade por volta das 13h. Da rodovia até o hotel foram mais de 1/2 h de caminhada. Ficamos no Max Mazza Hotel. Quando chegamos, as camareiras ainda não tinham arrumado o nosso quarto, 205. Nos colocaram provisoriamente no 417 para que pudéssemos tomar um banho até que o 205 estivesse ok. A área de serviço ficava no 5° andar, sendo assim aproveitei para ver se conseguia um tanque para lavar a roupa. Chegando lá a responsável não só permitiu como pegou minha roupa e colocou dentro de uma das maquinas de lavar. Gente boa!
Após o banho saímos para conhecer o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, que fica no alto de uma colina, onde Aleijadinho esculpiu em pedra sabão as famosas imagens de doze profetas em tamanho real. A subida foi difícil pois era o ultimo dia da festa do Jubileu de Congonhas e a rua estava tomada de ambulantes. Chegamos no momento que acontecia uma missa em frente a igreja. O chato era que devido a multidão presente, o acesso as estatuas dos profetas esta interditado. Era sexta e somente estaria liberado na segunda seguinte.😢. Tiramos umas fotos, passeamos um pouco pela festa e voltamos ao hotel. A noite saímos pra jantar. Começou a chover forte. A sorte era que a pizzaria e o hotel eram separados somente por um posto de combustível. Hora de dormir, porém tinha um barulho de banda por causa da festa. Mas nada que pudesse impedir nosso sono. Choveu bastante a noite.

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