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Afstand

27,44 km

Positiv højdeforskel

455 m

Sværhedsgrad

Moderat

Negativ højdeforskel

639 m

Max Højde

328 m

Trailrank

66 5

Min Højde

89 m

Rutetype

Ensrettet

Tid i bevægelse

6 timer 21 minutter

Tid

9 timer 24 minutter

Koordinater

4838

Uploadet

15. september 2021

Optaget

september 2021
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tæt på Oviedo, Asturias (España)

Tardarão a manhã e a cidade a despertar quando deixamos o Albergue de San Salvador. Calle Leopoldo Alas abaixo, escutando o som cadenciado dos passos ecoando nas paredes, questionamo-nos se a tradição de iniciar o Camino Primitivo junto à Catedral justifica o 1/4 de légua que acrescenta ao caminho, caso fôssemos direitinhos a La Losa, seguindo as ruas Santa Susana e das Astúrias. O semáforo vermelho, num cruzamento sem viaturas que o cruzem, desperta-me para a realidade. Sem necessidade olho para todos os lados das ruas que aqui se cruzam. Clarin, aninhado sobre o caderno, alheio ao que (não) se passa à volta, escreve um romance sem fim, de tema controverso, que apenas o futuro, seja ele quem for, há de aprovar e elogiar. Poucos são os reconhecidos em vida porque, não sabendo eu porquê, a morte acrescenta valor àqueles a quem lhes foi sonegado enquanto viveram.
As ruas não são as mesmas do dia anterior. A quietude da madrugada, a temperatura amena e a luz dos candeeiros refletida acariciam-nos o espírito e dispõem-nos bem.
Damos os "bons dias" a uma señorita Ana Azores que não responde, provavelmente confusa com aquilo que motivou o ostracismo a que votada foi pela hipocrisia da época. Já os funcionários, zelosos e madrugadores, que limpam a cidade mais limpa da Europa, respondem ao nosso cumprimento e levam-nos à "primeira vieira" do Camino quando questionámos onde ficava.
Com el rey Alfonso II "mirando" aprovador, juntamos à vieira as nossas botas e desejamo-nos Buen Camino. Olho a Catedral e balbucio no meu cérebro esperançosa prece. Alguém há de escutar este sussurro da alma.
Poucos foram os minutos de caminho andado até aqui chegados, ao café La Luna de Jovellanos, onde tomamos o pequeno almoço.
Caminhamos já pela Calle Covadonga. À nossa frente outros peregrinos seguem o mesmo caminho. A cidade acorda. O ruído que nos acompanha deixou de ser o dos nossos passos. Aparece à nossa esquerda uma fachada barroca do início do séc. XVIII embutida no edifício moderno da Delegación de Hacienda de Astúrias.
Este retalho histórico é o que resta do antigo Convento de Santa Clara.
Seguiu o pensamento ao ritmo dos nossos passos e encontramo-nos já defronte à neo-românica Basílica de San Juan el Real. Tentamos descobrir lá em cima a bomba que, durante a guerra civil, atingiu o monumento e não explodiu. Sabemos que se encontra à direita, uns 2 metros abaixo do anjo, mas hoje, por falta de luminosidade, não a descobrimos. E se tivesse explodido?... ligo o modo autómato, seguindo quem nos precede no Caminho, e vou pensando em "providência divina?", "sorte?", "milagre?", "acaso?"...
Ainda com o automático ligado, aponto a câmara do telemóvel e faço um instantâneo de uma capela na rua Uria. Um pouco adiante questiono-me que capela era e, localizando-me, concluo que era a igreja da Congregação das Servas de Jesus da Caridade e, martirizando-me, culpo-me por me ter escapado o belíssimo edificio neo-renascentista da casa del Marqués de Tremañes, obra de Juan Miguel de La Guardia, que se encontra na confluência da Calle Melquiades Álvarez com a Uria.
Já à nossa frente aparece La Losa, a grande laje. Gostaria de a percorrer e encontrar a escultura "Homem sobre Golfinho" de Dali mas não há tempo. Sigamos então.
A Calle Argañosa nunca mais acaba, uff!!!... lá ao fundo havemos de atravessar a linha da FEVE por passagem pedonal aérea.
Isso mesmo, acabamos de a passar.
Na Plaza Carlos Ozoro, Paseo de La Florida, um pequeno monumento marca o Camino rendendo homenagem ao primeiro peregrino, Alfonso II o Casto.
Saímos finalmente do perímetro urbano e, por carreirinho paralelo, trilhamos o que trilharam outros como nós que preferem a macieza da terra à dureza do asfalto. Lá em cima aguarda-nos a ruína, muito arruinada, de uma panera. Em breve nem memória desta existirá. Sinais dos tempos que se apagam.
O asfalto é agora a nossa passadeira. Passámos San Lázaro de Paniceres e El Carbayon. De um e outro lado da estrada estendem-se os campos verdejantes onde o madrugador gado bovino pasta pachorrento a refeição da manhã. Estão ainda nas faldas do Naranco as estreitas estradas que vamos percorrendo. Para sul, no horizonte, perfila-se a Sierra del Áramo e o Monsacro. O céu, de tão plúmbio, tudo enegrece ao longe e a nossa alma ao perto com a desconfiança de que em breve, vamos ter chuva no caminho.
A temperatura amena facilita nossos passos e ameniza-nos o coração.
A paisagem vai-se repetindo verde de um lado e outro e cinza por cima. Entramos num lindo caminho de terra batida ladeado de castanheiros. "Caleya" lhe chamarão as gentes daqui, "calleja" ou "sendero" dirão os que castelhano falam. Os ouriços caídos atapetam o chão.
Chegamos a Llampaxuga. A singela Ermita del Carmen já lá tem dois "clientes". De antiga tradição romeira este pequeno templo de há muito que acolhe peregrinos cansados no alpendre e orantes no interior. A porta gradeada está fechada. Aguardamos no alpendre, com as credenciais prontinhas, que o sello esteja disponível. Cansadas das nossas costas, as mochilas exigem repouso. Faça-se-lhes a vontade e aproveitemos para o segundo "disayuno". Do interior observa-nos, solicita, N.ª Sr.ª do Carmo, de escapulário na mão direita e o Menino ao colo do braço esquerdo.
Chegam duas peregrinas de estonteante juventude que, aqui mesmo e num ápice, trocam as calças por calções curtinhos porque a temperatura do ar e dos corpos assim o exige e a Sr.ª do interior não desaprovará.
Quisemos, mutuamente, saber a origem. Maiorquinas de Palma. Chega outra peregrina. Anafadinha e já de ar extenuado. Uruguaia. "Será que chega a Santiago?" foi pensamento unânime. Se há uma fonte, questiona. Indicamos-lhe onde se ubica. Sairá ainda antes de nós. Calmamente, talvez mais que o desejável, comemos e descansamos.
Ora subindo ora descendo este agradável caminho rural, que carroceleia por entre carvalhos e castanheiros em galeria, que hoje desnecessariamente nos sombreiam o caminho, entramos na "parroquia" de Lloriana. À nossa esquerda, no vale de um pequeno "arroyo", entre carvalhos e castanheiros, aparece "La Pipera". Um lugar bucólico com lavadouro e mesa de merendas, onde viriam lavar a roupa as antigas gerações de moradores deste "pueblo".
Subimos já por estrada de asfalto. Um casal de peregrinos que nos precede aprecia embevecido um vitelo que toma o leitinho da manhã, diretinho da fonte: as maminhas da vaca, sua mãe. Registamos o momento e seguimos. O casal holandês fica para trás. Engraçado este hábito de trocar origens.
Há direita, na parte mais ocidental do Naranco, La Peña Llampaya, escurecida pela falta de sol, perfila-se no horizonte.
Subimos a Lloriana. A igreja que, segundo informação no painel ali colocado, já mencionada seria no séc XII, era de devoção a Santa Maria. Se assim continua não sei. No templo pouco restará do que nessa era foi construído. Talvez o desmesuradamente grande portal gótico.
À frente encontramos uma "panera" que se esqueceu da finalidade para que foi construída. Têm as "paneras" asturianas o mesmo "fado" dos moinhos em Portugal, quando desnecessários tornam-se habitações.
Descemos para o vale do Nora em caminho rural ladeado de castanheiros e avelaneiras. Atravessámos a AS-371 em La Bolguina e caminhamos agora por estreito carreiro, aberto pelo pisoteio das botas dos peregrinos previdentes, entre o rail de proteção ("quitamiedos") e a veiga à nossa esquerda que o Nora atravessa entre árvores altas e frondosas.
Cruzamos de novo a AS-371 para atravessar o Nora sobre a histórica Ponte Gallegos do antigo "Camino de Galícia". Já aqui existia uma ponte no séc. XIII pois aparece menção dela em documento datado de 1247. A ponte atual, várias vezes restaurada porque mutilada por guerras e invasões, data do séc. XVI. Uma pedra à entrada veda o trânsito a veículos de 4 rodas. A escultura, em cimento, de José Luis Fernández, que faz parte da série "Encuentros" migrou para aqui do local para onde imaginada foi: o entroncamento da AS-232, na direção San Claudio, com a ramificação à direita na direção de Las Regueras, ponto de encontro de dois concelhos - Oviedo e Las Regueras.
Depois de alguns metros na antiga estrada, voltámos à AS-371 e um passeio lateral é agora o nosso caminho. Começa a chover e, no lavadouro de Gallegos, paramos para vestir as capas. Intensifica-se a chuva. Protegemos os telemóveis e retomamos o caminho. A chuva molha-nos por fora mas, abrigada no coração, permanece enxuta a nossa determinação.
...
Estamos abrigados numa paragem de bus no alto de L'Escampleru. A chuva continua forte. Dois peregrinos portugueses, um nabantino o outro abrantino, cederam-nos o lugar na paragem onde todos não cabíamos. Bem hajam. Neste "pueblo" encontrou também abrigo e proteção Enrique de Trastámara quando, fugindo a seu meio irmão Pedro I El Cruel, entrou nas Astúrias pelas portas de Somiedo e atravessou o território durante a noite. Foi o fidalgo Rodrigo Afonso, que tinha casa/hospital sempre aberta a peregrinos e viajantes, que o acolheu e pôs ao seu serviço, para guarda e escolta, 7 escudeiros armados com lança - os 7 Escuderos de Les Regueres cujas lanças passaram a fazer parte do escudo do concelho. Quando Henrique chegou ao trono atribuiu privilégios e rendas ao hospital de L'Escampleru e a Rodrigo Afonso em reconhecimento por o ter acolhido. Um facto curioso é que este "Enrique", que viria a ser Henrique II de Castela, foi pai de D. Juan I de Castela que combateu, na Batalha de Aljubarrota, contra D. João I de Portugal.
Regressemos um pouco atrás na descrição do Camino. Quando deixámos Gallegos cortámos à direita para caminho de terra que atravessa um longo bosque de castanheiros, carvalhos e avelaneiras na margem do rio Nora. Seria, decerto, agradabilíssimo este belo caminho não fora o dilúvio que se abateu sobre nós. Tentando, em vão, não ensopar as botas apenas olhávamos para o chão desviando-nos de água e lama que enchia o caminho. Fomos assim perdendo a beleza do bosque.
Deixámos o Nora para trás, numa curva de quase 360°, e subimos para L'Escampleru na maior e, suponho, mais penosa subida desta etapa.
Já aqui estamos há algum tempo. Almoçámos a parca refeição que trazíamos e a chuva não dá sinais de querer parar.
Decididos, acachamos o telemóvel novamente e fazemo-nos ao caminho. Passamos "El Tendejón de Fernando", restaurante típico e mítico para peregrinos e viandantes, e a igreja de L'Escampleru, que tanta insatisfação criou nos "vecinos" de Santa Maria de Valsera, sem que destes pontos tenhamos tomado registo.
O encontro com a Ermita da Virgen de Fátima fez o telemóvel correr o risco para rápida ilustração. Não nos demorámos em visitas. A água que chapinha nas botas tira-nos o ensejo do usufruto para nos concentrarmos apenas no objetivo de terminar a etapa quanto antes. Sabemos que a construção desta singela e moderna capela deve-se a uma querela entre o padre e os "vecinos da parroquia" de Santa Maria de Valsera quando o templo (provavelmente românico do séc. XII) se incendiou, ruiu e o padre decidiu construir a igreja paroquial em L'Escampleru, por onde pouco tempo há que passámos. Quanto à motivação para dedicarem este pequeno templo à Virgem de Fátima nada sabemos.
Passámos Premoño, depois Valduno, onde a igreja e termas romanas requeriam um pequeno desvio que não fizemos, depois Paladín e continuamos sem usufruir senão da amena temperatura pois de cabeça baixa continuamos porque a chuva não amaina.
Agora, abrigados por baixo de uma panera, esperando que o dono se não aborreça, aproveitamos para devorar a última peça de fruta que resta na mochila.
Amaina a chuva e nós aproveitamos para nos fazermos ao caminho novamente. As belas paisagens do vale do Nólan abrem-se a nossos olhos aguados. À frente o Picu Tuero aparece envolto numa névoa de algodão ténue.
Passamos Puerma e cortamos à esquerda. Eis-nos agora percorrendo um belo carreiro rodeado pelos lados e por cima de árvores ripicolas cujas folhas atapetam o chão. À nossa direita corre o Nalón. Diz-se que, por atravessar a "Cuenca Minera" com seus lavadouros de carvão, a água corria aqui preta. Felizmente já assim não é.
Chove de novo quando passamos pela "Pasarela de las Xanas". Por aqui se atravessa "El Regatu les Xanes". Segundo antigas lendas asturianas, este ribeiro é lugar de aparecimento das Xanas, uma espécie de ninfas da natureza e da água. Faço tenção de espreitar por baixo da ponte mas as silvas e espessa vegetação corta-me o ensejo. Há heras e musgo cobrindo velhos troncos. Num ambiente assim tudo pode acontecer, até mesmo o aparecimento de Xanas.
Saímos do lindo carreiro para reentrar na AS-234.
Caminhamos sem proteção nem escapatória, pela esquerda juntinho aos "quitamiedos" e assim chegamos a Peñaflor. Depois de tanta natureza verde, a nudez da pedra das escarpas do desfiladeiro impressionam. Primeiro avistamos a Peña del Viso, na margem direita. As estruturas de apoio aos mineiros que se arruinam com o tempo, são testemunho de passado mineiro. Existiram minas de caulino de um e outro lado do Nalón.
Por aqui terá passado Abd al Malik durante a invasão das Astúrias em 794 e, 20 anos depois passaria, peregrinando pela 1ª vez este caminho, Afonso II O Casto por haver notícia do achamento do túmulo de S. Tiago em Compostela. Decerto não cruzou o Nalón pela ponte de pedra (el Puenteo) por onde passamos agora mas por outra de madeira de que há notícia ter existido um pouco mais a montante. À nossa frente a Peña del Aire. Também aqui existiu mina de que, diz-se, se avistava a entrada a partir da ponte. Nada vemos.
Chegamos à igreja de San Xuan de Peñaflor. Românica de origem, como o atesta o arco de volta inteira do portal, terá sido muito alterada nos séculos XVIII e XIX.
Malgrado a chuva que continua a cair faço ilustração do local e seguimos pela N-634.
Estamos a chegar a Grado com a sensação de que não deveríamos ter vindo pela N-634 porque não encontrámos mais nenhuma vieira ou seta amarela. A chuva, o cansaço, as botas encharcadas e a vontade de chegar ao Albergue devem ter escondido a nossos olhos as marcas do caminho.
Chegámos ao Albergue de Peregrinos da Villa de Grado. O acolhimento, feito por voluntários "del Camino" foi muito bom, ainda que, devido ao cansaço talvez, eu lhe não tenha dado o devido valor.
Assim se fina uma dura etapa, não pelo traçado ou altimetria mas pelas condições meteorológicas.
É assim o caminho. Um passo de hoje muito diferente será de outro dado amanhã. Louvor seja dado ao Criador!
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Na Plaza Alfonso II

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Antigo Convento de Santa Clara

Do convento românico das Religiosas Franciscanas de Santa Clara, do séc. XIII, restam um portal e alguns capitéis que se encontram fora de Oviedo. A fachada e claustros barrocos que aqui se veem, datam do séc. XVIII, tendo sido a construção iniciada em 1703 com um traço semelhante ao do convento de San Pelayo. No pano central pode admirar-se a imagem de Santa Clara num nicho ladeado por colunas, guarnecido por frontões quebrados e encimado pelo escudo da ordem já muito deteriorado. Em 1960, com o projeto para a "Delegación de Hacienda", a cargo do arquiteto Álvarez Castelao, foram demolidas as restantes partes históricas do edifício.
Religiøst sted

Basílica de San Juan El Real

Erguido entre 1912 e 1915 este templo é da autoria do arquiteto Luis Bellido. Tem um frontal esplendoroso policromático, em que sobressai a pedra rosa e branca, com um portal neorromânico encimado por um conjunto de três janelas e "guardado" por dois belos campanários. No interior destacam-se os vitrais de José Maumejean (1914) de inspiração gótica, os frescos da cúpula, as imagens oitocentistas de Cristo Crucificado, de Jesus Cativo, do Êxtase de Santo António e da Senhora das Dores, vindas do antigo templo demolido em 1882. A cúpula é exteriormente coberta de azulejaria brilhante avermelhada Dois aspetos curiosos deste templo: 1º Franco casou-se aqui em 1923 com Carmen Polo; 2º na fachada principal está espetada uma bomba não detonada que embateu no edifício durante a guerra civil espanhola.
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Igreja da Congregação das Servas de Jesus da Caridade

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La Losa

A grande "laje" de cobertura da estação do norte foi construída na sequência das grandes modificações feitas na cidade com a mudança do século e, com os seus 38.000 m2, passou a ser o passeio público mais longo e espaçoso da cidade. "La Losa" assenta sobre 220 grandes pilares e necessitou de 9.575 toneladas de aço para a sua construção. Sobre ela existem vários equipamentos, jardins, fontes, lagos e três belas obras de arte: "Paz" e "Liberdade" de Luis Sanguino e "Homem sobre Golfinho" de Salvador Dali.
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Testemunho que nada atesta

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Panera em ruínas

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Sellando na Ermita del Carmen

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La Pipera - lavadouro tradicional

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Disayuno - saia meia de leite sem café.

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Igreja de Santa Maria de Lloriana

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Ponte medieval de Gallegos

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Ermita de la Virgen de Fátima

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Paisagens do Nalón e do Picu Tuero (ou será Picu la Peña?) enublado

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À beira do rio Nalón

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Peñaflor

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Igreja de San Juan de Peñaflor

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Albergue de Grado

4 kommentarer

  • Joaquim Quintas 13. okt. 2021

    Uma revisão desta primeira etapa magnífica, com uma extensa descrição, à qual se revive no seu passado histórico e cultural, relatado pelo exímio narrador que a narra, o meu mais abrangente obrigado.

  • Foto af AliceLigeiro

    AliceLigeiro 15. okt. 2021

    Jeg har fulgt denne rute  Vis mere

    Esta foi a etapa um que nos levou até Grado por paisagens muito bonitas e por "marcos históricos" tão bem descritos pelo Joaquim.
    Desde o início do Caminho que nos mantivemos curiosos e ávidos na procura da beleza de que tanto ouviramos falar. A expectativa foi de longe superada.
    Os caminhos bucólicos percorridos, onde já se faziam notar as cores de Outono, transportaram-me , em pensamento, para outras paragens.
    Obrigada Joaquim por nos levares contigo e nos encheres os "olhos" e a "alma"...

  • jacinta.garcia 31. okt. 2021

    Não esquecerei nunca o "baptismo" da primeira etapa do meu primeiro Caminho de Santiago. A chuva intensa não nos deixou apreciar a paisagem durante horas. E aquele almoço na paragem do autocarro... eu questionava-me se iria conseguir chegar ao fim, com um início tão adverso, mas um passo atrás do outro levou-nos ao final da etapa. Obrigada Joaquim pela bela descrição, que me vai ajudar a guardar na memória os bons e divertidos momentos desta etapa.

  • jacinta.garcia 31. okt. 2021

    Jeg har fulgt denne rute  Vis mere

    Não esquecerei nunca o "baptismo" da primeira etapa do meu primeiro Caminho de Santiago. A chuva intensa não nos deixou apreciar a paisagem durante horas. E aquele almoço na paragem do autocarro... eu questionava-me se iria conseguir chegar ao fim, com um início tão adverso, mas um passo atrás do outro levou-nos ao final da etapa. Obrigada Joaquim pela bela descrição, que me vai ajudar a guardar na memória os bons e divertidos momentos desta etapa.

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